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Expedição de voluntários identifica queimadas ilegais em fazendas do Pantanal, com foco no desmatamento

Expedição de voluntários identifica queimadas ilegais em fazendas do Pantanal, com foco no desmatamento

Uma expedição solidária à Baía dos Guatós (localizada a 54km do distrito São Pedro de Joselândia, no município de Barão de Melgaço), composta por voluntários e representantes de instituições doadoras de donativos, identificou indícios de incêndios ilegais, ou seja, provocados com a intensão de desmatamento.

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Queimadas e os impactos do fogo são tema do Conversa de Classe desta quarta-feira

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Nos últimos meses, o estado de Mato Grosso foi - e continua sendo - manchete mundial por conta das queimadas que aconteceram em seu território. 

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Nota do SINASEFE sobre o ingresso na instituição realizado através de sorteio

Nota do SINASEFE sobre o ingresso na instituição realizado através de sorteio

O Presidente do CONSUP, senhor William, foi informado, por meio do ofício,  n.º 043/2020 RTR-DPI/RTR - PROEN/ RTR - IFMT, de 24/09/2020, do DPI - Departamento de Política de Ingresso sobre a impossibilidade de seleção para o ingresso 2021/1 por meio das provas presenciais.  

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Repasse da 48º reunião ordinária do CONSUP – 07/10/2020

Repasse da 48º reunião ordinária do CONSUP – 07/10/2020

O SINASEFE-MT, representando as quatro seções sindicais e seus filiados, participou, no dia 07/10/2020, da 48º reunião extraordinária do CONSUP (Conselho Superior), em que foi deliberada a forma de ingresso via sorteio para o processo seletivo 2021/1, conforme pauta encaminhada no dia 30/09, às 18h11.

 
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Um projeto de destruição do Estado

Um projeto de destruição do Estado

O funcionalismo público está no dia a dia da população. Nas escolas, postos de saúde, hospitais, agências do INSS, centros de assistência social, na segurança das cidades, estradas e fronteiras, na Receita Federal, no levantamento de dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no desenvolvimento de pesquisa e ciência nas Universidades e Institutos Federais, na Fiocruz, entre outros.

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Sexta-Feira, 18 de Setembro de 2020, 20h32   (Atualizada 18/09/2020 às 20:32)

Professores e técnicos do IFMT têm aulas e eventos invadidos por hackers

ATAQUES VIRTUAIS

Ministrar aulas remotas ou realizar lives em plataformas de streaming não tem sido tarefa fácil. Além do desgaste físico e emocional causado pela maior pandemia da história recente, professores e técnicos administrativos do Instituto Federal de Mato Grosso têm sofrido ataques nas salas virtuais onde as atividades são realizadas ao vivo.  

 

Desde o mês de junho, em pelo menos 3 (três) ocasiões, trabalhadoras do IFMT tiveram problemas externos ocasionados por hackers ou exposição indevida de sua imagem nas redes sociais causada pelos próprios alunos. Infelizmente, estes não são eventos isolados ao IF. Um ciclo de debates do Programa de Pós-Graduação em História da UFMT também teve sua transmissão invadida por hackers que compartilharam conteúdo vexatório e forçaram a interrupção das atividades previstas para aquele dia. Muitas outras aulas e eventos já foram interrompidos por este mesmo motivo ao redor do mundo. O fenômeno é conhecido como zoom raid ou zoombombing, termo em inglês que faz referência à plataforma Zoom, comumente utilizada para reuniões virtuais.  

 

No IFMT, o primeiro caso registrado até o momento, é o da professora Jucineth Carvalho, lotada no campus Cuiabá. No dia 23 de junho, a docente, que estava tendo dificuldades com as ferramentas digitais para a aplicação do Regime de Exercícios Domiciliares (RED), acabou seguindo uma orientação maldosa de um dos estudantes e foi vítima de bullying e exposição indevida de sua imagem. Parte da sua aula foi gravada e o vídeo foi divulgado em páginas de memes no Facebook e Youtube.  

 

“Com quase 28 anos dedicados ao Magistério, estudos e pesquisas, para mim isso é indigno, e por isso mesmo, fiz o Boletim de Ocorrência e tirei prints das telas. Diante de todo este cenário de desonra, chacota e outros danos, de ordem moral, material e psicológico seguirei todos os caminhos legais para buscar a responsabilização e reparação, quero que, de alguma forma os culpados sejam punidos e aprendam alguma lição, especialmente sobre humanidade, respeito, empatia e responsabilidade”, afirmou a professora Jucineth 

 

Outra situação humilhante foi vivida pela professora Fabiana Pomin, do campus Primavera do Leste. No mês de agosto, enquanto ministrava uma aula através do aplicativo Google Meet, 4 (quatro) pessoas que não faziam parte da turma entraram na sala virtual e começaram a compartilhar mensagem desrespeitosas, racistas, homofóbicas, que incitavam a violência e feriam os direitos humanos.  

 

“Me senti agredida e impotente. Vendo como meus alunos passavam por essa lamentável situação durante uma aula que ministrava e, portanto, sobre a qual tinha responsabilidade e gostaria de ter o controle necessário para impedir tais intervenções. De toda esta situação vejo a necessidade da reafirmação trabalho dos direitos humanos e da diversidade étnico-racial no sistema formal de ensino.”  

 

A professora Maristela Abadia Guimarães, que atualmente está lotada na Ouvidoria do IFMT, também foi uma das servidoras que sofreram agressões virtuais. Ela é uma das autoras da obra “Ensino, pesquisa e extensão nos Institutos Federais da Amazônia Legal”, realizada em parceria com o professor e historiador Eder Carlos Cardoso Diniz, do Instituto Federal de Rondônia, e da professora Ana Cláudia Ribeiro de Souza, do Instituto Federal do Amazonas.  

 

No evento de lançamento do livro, também realizado pelo Google Meet, a sala virtual também foi atacada por 4 jovens que causaram muito transtorno aos organizadores. “Foi tudo muito rápido e sem ter como controlar. Todos eles usavam pseudônimos. Proferiram palavras de baixo-calão e fomos ameaçados durante todo o tempo em que permaneceram na sala. Eu me senti desolada, assustada, com medo. Uma sensação de impotência. Na hora, chorei, atônita, sem entender o que ocorria. Passado o choque, vi que precisava contar, narrar. Silenciar somente ia fortalecer os ataques e invisibilizar a ocorrência.”, contou Maristela.  

 

Por mais que a situação seja constrangedora, não é recomendado manter silêncio diante desta situação. O SINASEFE/MT orienta a todos e todas que já passaram por situação semelhante para enviarem seus depoimentos através do e-mail sinasefemt@sinasefemt.org.br e também acionar a Ouvidoria do IFMT pelo e-mail ouvidoria@ifmt.edu.br ou no telefone (65) 3616 4155 para que todas as providências administrativas cabíveis sejam tomadas. Orientações jurídicas também serão fornecidas.  

 

*Todas as personagens desta reportagem já foram atendidas e orientadas pela Ouvidoria do IFMT. 

 

Fonte: Assessoria
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