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SINASEFE/MT participa de ato contra o fechamento da EE Nilo Póvoas

SINASEFE/MT participa de ato contra o fechamento da EE Nilo Póvoas

Na tarde desta terça-feira (18), representantes do SINASEFE/MT estiveram presentes na manifestação em defesa da Escola Estadual Nilo Póvoas, em Cuiabá. O ato foi organizado pelos estudantes que estão há 9 dias ocupando o prédio da instituição com o intuito de fazer com que o governo do estado reveja a sua decisão de fechar a escola e transferi-los para outra unidade educacional.

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Inscrições para delegado ou delegada da 162ª PLENA já estão abertas

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Já estão abertas as inscrições para delegado ou delegada de base para a 162ª Plenária Nacional do SINASEFE que será realizada nos dias 14 e 15 de março, em Brasília.

 

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É hora de abrir a discussão institucional do Future-se no IFMT e apontar as mazelas do programa

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Curso "Como Funciona a Sociedade" será ministrado no campus Bela Vista

"(...) O hospedeiro está morrendo. O cara virou um parasita, o dinheiro não chega no povo e ele quer aumento automático. Não dá mais, a população não quer isso".

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A professora Stela Perné Santos, lotada no campus Pontes e Lacerda, é uma das autoras do livro “Lacunas” organizado por Alexandre Fonseca em parceria com Geovanne Albuquerque. A obra é resultado de um trabalho conjunto de 13 autores, todos com alguma deficiência, que contam em seus capítulos histórias sobre pessoas com deficiência e sua interação com o meio social.

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Terça-Feira, 08 de Outubro de 2019, 14h02   (Atualizada 08/10/2019 às 14:02)

Uma foto que mostra o que é a uberização do trabalho

DIDÁTICO
Fotografia urbana de Buenos Aires, sob o governo neoliberal de Mauricio Macri /

Tá achando que motorista do Uber é “empresário” ou o guri de bicicleta leva comida nas costas é “empreendedor”? A foto mostra o que significa o uso das tecnologias para aumentar a exploração sobre o povo. Ou alguém acha mesmo que esta mulher, cuja foto captei Facebook do amigo Cristóvão Feil é “empreendedora”? Segue o comentário dele:

 

 

“O caos e para além do caos.

 

Na foto, um instantâneo que flagra a uberização do trabalho, ou seja, a incessante busca do capital por incentivar (via novas tecnologias) que a mais-valia relativa passe a se constituir em mais-valia absoluta, também conhecido como aumento da produtividade do trabalho assalariado.

 

Para tanto, é necessário derrubar direitos e conquistas dos próprios assalariados.

 

A moça da fotografia, mãe e trabalhadora, hoje é chamada cinicamente de “empreendedora”, alguém que se vira como pode, sem direito a nenhuma garantia social ou previdenciária, e tendo que andar com o filho na forma precaríssima de seu instrumento de trabalho.

 

A barbárie já habita o nosso meio.”

 

O extremo da exploração está aí. O Estado “mínimo” neoliberal não oferece nem creche e nem escolas infantis. E com as novas tecnologias, o neoliberalismo resolveu apostar na desregulamentação do mundo do trabalho, jogando os trabalhadores a disputarem entre si, enquanto os donos do capital financeiro e das tecnologias investem na exploração absoluta, jamais vista desde a origem do capitalismo.

 

A mulher tendo que trabalhar num trabalho precário, sem direito nenhum e tendo que carregar sua criança, porque nem isto mais se lhe oferece o Estado. Enquanto isso, aumenta o lucro dos Bancos e de empresas sem nenhum grande “ativo” (bens físicos com valor).

 

É a escravidão moderna e consentida, porque ideologicamente essas pessoas exploradas não se identificam como trabalhadoras, mas como supostas “empresárias”, que dependendo do seu próprio esforço, poderiam chegar a ser “milionárias”. Como?

 

Esta gurizada que anda de bicicleta nas ruas, pedalando 15 horas por dia para ganhar pouco mais de R$ 1.000,00 em média, como mostram pesquisas, detonam suas cartilagens e corpos, expostos a esforços físicos a céu aberto, sob sol ou chuva. E nenhum direito. Enquanto isso os donos dos aplicativos para os quais trabalham, saltam do padrão de “milionários” para “bilionários”.

 

A foto publicada pelo Cristóvão é simbólica. A trabalhadora superexplorada, sozinha, sem consciência de classe e sem classe a lhe oferecer consciência. Hora de reorganizar a classe trabalhadora, que já não é mais a antiga classe de trabalhadores industriais, mas a de trabalhadores prestadores de serviço e trabalhadores no comércio, e até a volta da produção artesanal, mas amplamente dependente de aplicativos e das redes.

 

Hora de mostrar aos que vivem do trabalho, que é possível e necessário a organização coletiva do próprio trabalho que executam, para que possam avançar.

Fonte: Brasil de Fato / Luiz Muller e Marcelo Ferreira
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