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SINASEFE/MT participa de ato contra o fechamento da EE Nilo Póvoas

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Terça-Feira, 01 de Outubro de 2019, 15h22   (Atualizada 01/10/2019 às 15:22)

Servidores denunciam casos de assédio moral no campus Sinop

DESDE 2018

Os professores e técnicos-administrativos do IFMT tornaram público os diversos casos de assédio moral que aconteceram no campus avançado de Sinop desde o ano passado. As denúncias estão agora necessitando de apoio dos demais servidores da instituição. O abaixo-assinado já está disponível para leitura e assinatura no link http://bit.ly/2oa8Ktl.

 

Logo abaixo, você pode conferir a mensagem completa da campanha pelo recolhimento das assinaturas:

 

Mais uma vez precisaremos juntar forças para garantir condições de trabalho saudáveis em nossa instituição.

 

Diante das graves denúncias no Campus de Sinop, não podemos nos calar. Estamos iniciando uma mobilização entre os servidores (as) de todos os Campi do IFMT solicitando que as denúncias sejam investigadas e, caso seja constatadas irregularidades, que sejam tomadas as devidas providências. Todos precisamos de um ambiente saudável para trabalhar e nossa solidariedade é fundamental.

 

Segue abaixo o texto e o link do abaixo

 

ABAIXO-ASSINADO 

 

Servidores e Servidoras do IFMT são contra Assédio e solicitam que denúncia seja investigada

 

            Boa parte de nosso cotidiano e convívio ocorre nos campi do IFMT. Por conta disso, um ambiente saudável é imprescindível para que, além de desempenharmos nossas funções profissionais, tenhamos a segurança jurídica e institucional que garante, também, nossa saúde física e mental. Este cenário, infelizmente, não é regular em todas as unidades do IFMT em nosso estado. No momento, há um considerável percentual de nosso quadro pessoal com afastamento por questões de saúde.

            Deste modo, servidores e servidoras do Instituto Federal de Mato Grosso, abaixo assinados, vêm a público solicitar uma verificação bastante criteriosa, por parte da Reitoria do IFMT, de denúncias sobre assédio moral, feitas por servidores e servidoras no Campus Avançado de Sinop. Entendemos que é função dos órgãos internos de averiguação dar atenção a todos os relatos, especialmente, quando eles se inserirem num quadro maior de atos embaraçosos que atingem quem trabalha em nossa instituição.

 

            Os servidores e as servidoras relatam que, em Sinop,

 

(De maio a outubro de 2018) - Docentes, por ordem da direção local, foram postos em desvio de função, de modo ilegal e, mesmo com orientação, o diretor de ensino do campus avançado de Sinop insistiu em manter os servidores em desvio de função, até uma determinação da Pró-reitoria de Ensino proibi-lo. Segundo a Ata da reunião da Comissão Permanente de Pessoal Docente do IFMT (26/10/2018, a partir da linha 70), o diretor de ensino em Sinop foi orientado a desfazer a lotação, que era ilegal e poderia resultar em ação no Ministério Público, mas se recusou. Isto fez com que a CPPD acionasse a Pró-reitoria de Ensino, que interviu para resolver o caso no âmbito interno da instituição.

 

(2018) Um servidor, aprovado num curso de pós-graduação, com aulas na terça e na quinta, em Cuiabá, solicitou a organização do horário para ter as aulas concentradas. A direção de ensino, ao montar o horário, colocou aulas às quartas, o que forçou o servidor, ao longo do semestre, fazer duas viagens por semana (ida e volta de Sinop a Cuiabá), dormindo quatro noites em ônibus semanalmente. 

 

(Junho de 2018) - Um técnico-administrativo, assistente de alunos, foi convocado a ocupar a posição de Registro Escolar, contra a sua vontade. O caso foi considerado ilegal pela CPPD, conforme ata do dia 21/06/2018.

 

(de 2018 até julho de 2019) – a Folha Ponto de docentes esteve posta à mesa do diretor de ensino, que fiscalizava a permanência dos servidores/ das servidoras no campus. Em Assembleia Sindical, servidores e servidoras realizaram a solicitação da retirada da folha ponto da mesa do Diretor de Ensino e a adequação a um procedimento padrão da instituição.  Por fim, a folha ponto foi realocada na sala de docentes.

 

(Agosto de 2019) - um servidor foi convocado para uma reunião na qual a pauta, discutida publicamente pelo diretor de ensino, era a insatisfação da direção com o servidor. Foram também feitos comentários impróprios, por parte do diretor de ensino, contra o servidor (Processo Número: 23188.002958.2019-16 – averiguação de ofensa à honra objetiva e subjetiva do servidor. O processo, internamente, encontra-se com a Ouvidoria do IFMT).

 

(Setembro de 2019) - os servidores e as servidoras foram convocados, num feriado, a “marchar”, junto ao corpo discente, em um evento sobre o aniversário do município. Esta convocação foi transformada, posteriormente, em “convite”. A mudança ocorreu após o SINASEFE MT enviar um ofício, solicitando o cancelamento da convocação e explicações da direção sobre o desrespeito a um feriado municipal e às prerrogativas legais dos trabalhadores e das trabalhadoras da instituição.

 

(De junho a setembro de 2019) - o corpo discente denunciou, por três vezes, ameaças de morte feitas no campus. Estas foram abafadas pela direção, que foi acusada, de negligência e omissão. O caso só foi discutido quando chegou aos jornais:  (https://www.cenariomt.com.br/2019/09/12/ameacas-de-morte-em-parede-de-predio-do-ifmt-em-sinop-sao-denunciadas/).

(Agosto de 2019) – a diretoria do campus propôs uma pesquisa em que se avaliava a gestão. Como metodologia, os servidores e as servidoras deveriam ir à sala da diretora, preencher na sua frente o formulário e assiná-lo.

 

Um ambiente de trabalho pautado no respeito e na cooperação é fundamental, não só ao desempenho das funções do funcionalismo público, como também da saúde, física e mental, dos servidores e das servidoras. Isto só é possível se houver espaço para o debate, para a discordância e para a construção coletiva do projeto institucional. Se houver, reitera-se, por parte de quem trabalha subordinado à direção de ensino e à direção geral, contudo, qualquer denúncia ou relato, cabe às instâncias superiores, por meio de averiguações rigorosas e acompanhamento contínuo, a verificação dos fatos, objetivando a garantia inegociável da dignidade do trabalhador e da trabalhadora.

 

            Deste modo, contra qualquer tentativa de “abafar” denúncias de assédio moral, exigimos que os relatos de servidores e servidoras do Campus avançado de Sinop sejam conduzidos com muito rigor, , considerando-se o direito de ampla defesa, mas, também, analisados como parte de um quadro maior de denúncias, com atenção a quem está em posições e cargos subordinados à direção e que precisa ser tratado respeito e profissionalismo.

Fonte: Assessoria
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