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Semana de Combate ao Assédio Moral aborda saúde e adoecimento no trabalho e reforça a luta e os laços de solidariedade

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O ponto central da campanha foi a prevenção da ocorrência dos assédios por meio de palestra formativa e educativa e, para abordá-lo, recebemos como convidado o professor dr. Nilson Berenchtein Netto, da Universidade Federal de Uberlândia. 

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SINASEFE ajuiza ação contra extinção de FGs

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Assessoria Jurídica Nacional (AJN) do SINASEFE ajuizou no dia 19 de setembro a Ação Civil Pública nº 1027521-53.2019.4.01.3400, distribuída para 8ª Vara Federal de Brasília-DF, contra o Decreto nº 9725/2019.

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O SINASEFE Nacional promoveu no último dia 18 de setembro, em sua fanpage no Facebook, uma transmissão ao vivo que debateu os projetos de Militarização da Educação em curso no país e seus efeitos negativos à qualidade e à liberdade do Ensino.

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Uma foto que mostra o que é a uberização do trabalho

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Tá achando que motorista do Uber é “empresário” ou o guri de bicicleta leva comida nas costas é “empreendedor”? A foto mostra o que significa o uso das tecnologias para aumentar a exploração sobre o povo. 

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Seções sindicais pedem à Reitoria esclarecimentos sobre a situação financeira do IFMT e cobram diálogo a respeito do Future-se

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Todas as seções sindicais do SINASEFE em Mato Grosso protocolaram um ofício solicitando informações precisas sobre a atual situação orçamentária do IFMT, tanto em âmbito geral quanto nas particularidades de cada campus. O documento também cobra da Reitoria a realização de audiências públicas para promover o amplo debate a respeito do programa Future-se.

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Quinta-Feira, 05 de Setembro de 2019, 16h09   (Atualizada 05/09/2019 às 16:09)

Programa que incentiva capital privado em instituições federais de ensino é debatido no IFMT

FUTURE-SE

Os servidores do Instituto Federal Mato Grosso participaram na última segunda (03), no campus Cuiabá - Octayde Jorge da Silva de uma palestra que apresentou um panorama do “Future-se”, programa do Ministério da Educação que incentiva institutos e universidades federais a captarem suas próprias receitas, ou seja, estimula a criação de parcerias público-privadas em instituições federais de ensino superior.

 

O tema foi abordado sob diferentes olhares por três palestrantes: Lélica Lacerda, coordenadora de comunicação da Associação de Docentes da Universidade Federal de Mato Grosso (Adufmat) e docente do Departamento de Serviço Social, Camila Marques, coordenadora geral do SINASEFE Nacional e professora de Sociologia e Eliana Siqueira, membro do Fórum Permanente em Saúde Pública e médica pediatra da Saúde da Família e Comunidade.

 

A professora Lélica, mostrou aos presentes como a Reforma da Previdência vai impactar a vida dos trabalhadores e como o modelo previdenciário baseado em trabalho precarizado inviabiliza a aposentadoria dos assalariados. “A exploração da mão-de-obra e desmonte das políticas públicas de Seguridade Social e Educação estão voltadas para beneficiar o Capital, isso piora as condições de vida e de trabalho”, disse.

 

Outro ponto abordado foi a militarização e privatização das instituições de ensino superior. A professora Camila Marques fez um estudo do programa proposto pelo Ministério da Educação (MEC) e apontou que o Future-se é, na verdade, o “Privatize-se”. Além de trazer a lógica da educação privada à educação pública, o futuro dos campus está nas mãos as corporações que irão decidir se investem capital naquela instituição de ensino ou não. “A educação e a pesquisa estarão voltados aos interesses dessas empresas, vamos trabalhar literalmente no campus Monsanto ou MRV, já que a proposta do MEC deixa claro que o nome das instituições poderá ser alterado. Também pode acontecer dos recursos públicos serem transferidos para milícias”, enfatizou.

 

O desastre das Organizações Sociais na Administração Pública foi exposto pela médica Eliana. A Saúde de Mato Grosso já experimentou o gosto amargo de ter 4 hospitais regionais administrados por uma OSS (Organização Social da Saúde). Em 2012, sob a gestão do Instituto Social Fibra, o Hospital Regional Antônio Fontes, em Cáceres, recebeu mais de R$ 37,5 milhões de reais do governo estadual e produziu apenas R$ 4,3 milhões em cirurgias e consultas, por exemplo.

 

“A diferença entre o quanto foi repassado pelo Estado e quanto a OSS gastou nunca foi explicada pela instituição. O Sindicato dos Médicos entrou com ação, tramitou em várias esferas e no fim, depois da Justiça ter declinado competência para o Ministério Público Estadual, o objeto da ação já havia sido extinto, uma vez que o Estado havia retomado a administração dos hospitais. As OSS’s pegaram os hospitais novos e totalmente equipados e devolveram sucateados”, explicou Eliana.

 

Diante da péssima experiência de Organizações Sociais administrando a Saúde, os servidores ficaram ainda mais preocupados com os rumos do Future-se na Educação. A palestra foi gravada na íntegra e em poucos dias será disponibilizada para visualização no canal do Youtube do SINASEFE/MT.

 

Fonte: Assessoria
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