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Esposa de servidor falece em Cuiabá

Esposa de servidor falece em Cuiabá

É com profundo pesar que o SINASEFE/MT informa o falecimento de Érika Cristina Ferreira Araújo Neves, esposa do servidor Amarildo Jobim Campos Neves, lotado no campus Cuiabá- Bela Vista, e cunhada do também servidor Giovani Valar Koch.

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Frente em Defesa da Educação Pública lança manifesto e cobra posição da UFMT sobre Future-se

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Também foi lançado um manifesto em que foram elencados o que eles chamam de principais ataques à educação infantil, básica, tecnológica e universitária.

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Sociedade civil organizada lança Frente em Defesa da Educação Pública

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A Frente é uma organização de iniciativa popular que reúne os mais diversos movimentos sociais, sindicatos, centros acadêmicos, grêmios estudantis, coletivos de mulheres e associações, que têm como objetivo comum a incansável e ininterrupta defesa da educação pública, gratuita e de qualidade, nas três esferas governamentais: municipal, estadual e federal.

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Mestre Bolinha, saxofonista e ex-servidor, morre em Cuiabá

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O SINASEFE/MT presta condelências à família do servidor aposentado João Batista de Jesus da Silva, mais conhecido como Mestre Bolinha. Ele faleceu na tarde desta segunda-feira (05), aos 79 anos, em decorrência de um acidente vascular cerebral (AVC) que aconteceu no último sábado (03). 

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Sindicato convida aposentados para reunião sobre RSC

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Os servidores aposentados do Instituto Federal de Mato Grosso estão convidados para participar de uma reunião sobre o Reconhecimento de Saberes e Competências (RSC) na próxima sexta-feira (02), às 14h, na sede do SINASEFE/MT, em Cuiabá.

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Quinta-Feira, 16 de Maio de 2019, 18h20   (Atualizada 16/05/2019 às 18:20)

Nota de Esclarecimento

O Sindicato Nacional dos Servidores da Educação, Sinasefe – Seção Sindical MT, vem a público esclarecer que a Paralisação dos servidores do Instituto Federal de Mato Grosso – IFMT, dia 15/05/2019, foi uma decisão tomada pelos servidores e servidoras da educação em assembleias gerais extraordinárias ocorridas em todos os campi da instituição no estado de Mato Grosso, atendendo à convocação da Direção Sindical.

Durante o dia da paralisação, houve um Ato Unificado em Defesa da Educação Pública, do qual participaram docentes da rede federal, estadual e municipal, trabalhadores (as) técnicos (as), discentes, pais, mães e sociedade em geral, em todo o país, contra o contingenciamento de 30% do orçamento discricionário das instituições federais de ensino e o corte de, ao menos, R$ 2,4 bilhões que estavam previstos para investimentos em programas da educação infantil ao ensino médio. No ato, os profissionais da educação e as diversas pessoas de diversos segmentos sociais também se posicionaram contra a Reforma da Previdência.

Esclarecemos que o direito à paralisação e o direito à greve são preceitos garantidos pela Constituição Federal de 1988, em seu artigo 9º, e pela Lei nº 7.783/89. Esclarecemos, também, que esta é uma medida extrema em resposta ao desrespeito com que a educação pública está sendo tratada. Cabe destacar que, em relação ao contingenciamento, primeiramente, o Ministro da Educação, Abraham Weintraub, ameaçou com corte de verbas universidades que, segundo ele, estavam promovendo balbúrdia em seus campi. Como a afirmação é um atentado à legislação vigente, e houve uma grande repercussão, com a possibilidade de se judicializar, o governo decidiu estender o corte de 30% a toda a rede federal, o que inclui universidades e institutos. Além disso, reitera-se, houve cortes na educação básica, o que afeta estados e municípios.

Vale ressaltar que diversos campi de institutos e universidades, em todo o país, respeitando o artigo 37 da Constituição Federal, que determina, dentre outros preceitos, a publicidade no serviço público, dialogaram com sua comunidade, expondo a situação financeira e a possibilidade de interrupção nos serviços prestados, no meio do semestre letivo, caso o corte não seja revisto.

Por fim, destaca-se que o espaço universitário e escolar, de acordo com o inciso III, do artigo 206, da Constituição Federal de 1988, são espaços de pluralismo de idéias e de concepções pedagógicas diversas, com vistas a uma formação ampla dos e das estudantes. Deste modo, qualquer acusação de doutrinação ideológica é uma tentativa de cercear a liberdade de pensamento e um ataque direto ao texto de nossa Constituição.

Defendemos uma educação pública, de qualidade, socialmente referendada e, para isto, exigimos do poder público o cumprimento de seus deveres, inclusive nos repasses financeiros necessários à devolutiva social, na qual se insere a educação. Para a formação educacional que o Brasil precisa, do ensino básico à pós-graduação, todas as pessoas são convidadas a defender a liberdade de cátedra, sem cerceamento ou perseguição, seja governamental, como a ocorrida na declaração do Ministro da Educação, seja midiática.

SINASEFE - Seção Sindical MT

Fonte: Assessoria
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