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Servidores e servidoras do IFMT participam de Ato Unificado de Greve da Educação

Servidores e servidoras do IFMT participam de Ato Unificado de Greve da Educação

O ato, ocorrido dia 11 de abril, foi uma realização do SINASEFE Seção Mato Grosso, FASUBRA, ANDES, ADUFMAT e SINTUF-MT

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Assembleia Geral do IFMT Campus Octayde Jorge da Silva será nesta terça, dia 16 de abril, às 9h, presencial

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Assembleia será realizada na Sala de Projeções do Campus. Acesse aqui o Edital de Convocação na íntegra

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Assembleia deliberará sobre Termo de Compromisso do Governo e elegerá Delegados para 189ª PLENA e representante estadual para Comando de Greve Nacional

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Sinasefe Mato Grosso aprova Deflagração de Greve no IFMT por tempo indeterminado a partir do dia 8 de abril

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Servidores e servidoras do IFMT reivindicam a reestruturação das carreiras de docentes e técnicos-administrativos além da correção de perdas inflacionárias, revogação de medidas e recomposição orçamentária do Instituto Federal

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Assembleia Geral para Deflagração de Greve no IFMT será nesta segunda, dia 01 de abril às 15h

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Assembleia será realizada em modo Presencial simultaneamente em todos os Campi do IFMT

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Terça-Feira, 07 de Agosto de 2018, 02h30   (Atualizada 07/08/2018 às 02:30)

Cortes feitos pelo governo Temer no Orçamento ameaçam paralisar bolsas e pesquisas da Capes

ATAQUES À EDUCAÇÃO

Em nota divulgada na quarta-feira (1), a Capes (Comissão de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) fez um alerta preocupante: os cortes no Orçamento da União de 2019, feitos pelo governo Temer, vão paralisar a concessão de bolsas de estudo e a pesquisa científica no país. A Capes é vinculada ao Ministério da Educação, responsável pelos programas de pós-graduação e pesquisa.

 

Pelos cálculos do Conselho Superior da Capes, a contenção de despesas previstas vai prejudicar 93 mil estudantes dos cursos de pós-graduação e ainda 105 mil que deixariam de receber as bolsas de estudo de três programas – Iniciação à Docência, a Residência Pedagógica e a Formação de Professores da Educação Básica.

 

A Capes informou ainda que há ameaças ao funcionamento da Universidade Aberta do Brasil, afetando a formação de mais de 245 mil professores da rede pública, em 600 municípios.

 

A medida, de acordo com a comissão, põe em risco o desenvolvimento de pesquisas científicas em curso em distintas áreas. Segundo a coordenação, se os cortes previstos forem mantidos, haverá a suspensão das bolsas e programas a partir de agosto de 2019.

 

O Projeto de Lei Orçamentária Anual para 2019 ainda não foi divulgado oficialmente pelo governo federal. Mas, no Orçamento deste ano, o valor destinado ao Ministério da Educação (MEC) é R$ 23,6 bilhões. Para o próximo ano, a previsão é que o MEC fique com R$ 20,8 bilhões, um corte de 12%, que foi repassado proporcionalmente à Capes.


Ataque à educação e à ciência

Para a diretoria do ANDES-SN ( Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior) o corte é muito sério e traz sérios reflexos à comunidade acadêmica e ao país.

 

“Já avaliávamos que entre a aprovação da LDO [Lei de Diretrizes Orçamentárias) e a LOA (Lei Orçamentária Anual), o governo iria ampliar os ataques à Educação, apesar de termos conseguido barrar em parte os ataques. Mas o projeto do capital é a privatização. A carta da Capes sinaliza isso. Esse corte no orçamento é a desestruturação completa da pós-graduação, quando é nesse setor que se produz mais de 80% das pesquisas no Brasil. É a destruição da ciência e tecnologia do país”, disse o presidente do Andes-SN, Antonio Gonçalves Filho.

 

“A gente tem de lutar e o Andes, assim como a CSP-Conlutas, deverão encampar essa luta e barrar mais esse ataque à classe trabalhadora brasileira”, disse.

 

A APES-JF, Seção Sindical do ANDES-SN, que representa os docentes da Universidade Federal de Juiz de Fora e do Instituto Federal do Sudeste Mineiro, também divulgou nota denunciando a gravidade da situação.

 

“A proposta do teto de investimentos segue a linha do ataque à pesquisa no Brasil, em mais uma tentativa de transformar as Instituições Federais de Ensino em grandes escolões, distanciadas da pesquisa e extensão. Apenas formadores de mão de obra, em um país dependente da produção de conhecimento e tecnologia vindas dos países centrais do sistema capitalista”, diz o texto.

 

“Nós defendemos o tripé ensino, pesquisa e extensão, desde que fundamos o ANDES, por entendermos sua importância na construção de um país independente. A ameaça de corte é muito grave e não ficará sem uma forte reação de todos os setores que defendem a educação brasileira”, afirmou Rubens Luiz Rodrigues, Presidente da APES.

 

A redução orçamentária é resultado da nefasta Lei do Teto de Gastos aprovada pelo governo Temer, que congelou por 20 anos os investimentos sociais no país, o que ameaça paralisar os serviços públicos nos próximos anos.

 

Fonte: CSP/CONLUTAS
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