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Saiba como identificar e não se deixar enganar pelas mentiras e desinformação das “Fake News”

Saiba como identificar e não se deixar enganar pelas mentiras e desinformação das “Fake News”

Além da polarização política que marca as eleições deste ano no Brasil, estudiosos tem apontado que o uso das redes sociais e sua influência no processo eleitoral também é destaque. Mas, mais do que o uso dos aplicativos em si, o que chama a atenção é a disseminação indiscriminada de notícias falsas, as chamadas “Fake News”

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Orientações sobre a Instrução Normativa nº 02/2018

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Complementando as informações que disponibilizamos aqui em nosso site sobre os ataques contidos aos Servidores Públicos Federais (SPFs) dentro da Instrução Normativa nº 02/2018, trazemos um informe com orientações à categoria, redigido pela Assessoria e Pasta Jurídicas do SINASEFE NACIONAL.

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Conselho Fiscal do SINASEFE MT aprova contas do sindicato

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No último mês, o Conselho Fiscal do SINASEFE MT, após reunião com o contador Marianderson dos Reis, aprovou a prestação de contas do sindicato.

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Na última semana, a servidora Flávia Geane, coordenadora de formação política e sindical do SINASEFE/MT, fez plantão de base na sede do SINASEFE Nacional, em Brasília. Entre os dias 17 e 19 de setembro, Flávia e outros três servidores de institutos federais brasileiros foram os responsáveis pelas rotinas de trabalho realizadas no sindicato.

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Membros da comissão eleitoral pedem renúncia

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Os servidores Edson Nobre e Nelzi de Souza informaram a renúncia da função de integrante da Comissão Eleitoral, nesta segunda-feira (24). O único membro que continua no exercício do cargo é o servidor Rafael Viegas.

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Segunda-Feira, 05 de Março de 2018, 19h15   (Atualizada 05/03/2018 às 19:15)

Ato vai debater os altos números da violência contra à mulher em Cuiabá

REALIDADE CHOCANTE

Uma triste realidade vai marcar o Dia Internacional da Mulher (8 de março), em Mato Grosso.  A cada três dias uma mulher é morta e somo um dos estados campeões em feminicídio nos país - um dos locais onde as mulheres têm a pior qualidade de vida no Brasil e são expostas a um dia dia marcado por agressões domésticas, estupros, assédios constantes e no piores dos casos, homicídios. Em dois meses 16 mulheres já foram assassinadas, quatro apenas na Capital.

 

Na próxima quinta-feira, o Coletivo de Mulheres de Cuiabá, com apoio do Partido Verde (PV), irá realizar um grande ato contra a violência à mulher, na praça Alencastro, Centro de Cuiabá. A ação está marcada para ter inicio às 8hs, e contará com a participação de vários movimentos feministas. Só 2018 já foram registrados 16 feminicídios em Mato Grosso, nove desses casos foram praticados dentro da residência da vitima ou parentes.

 

O assassinato de mulheres em contextos marcados pela desigualdade de gênero recebeu uma designação própria: feminicídio. No Brasil, é também um crime hediondo. Nomear e definir o problema são passos importantes, mas para coibir os assassinatos femininos, é fundamental conhecer suas características e, assim, programar ações efetivas de prevenção. 

 

De acordo com dados da Secretaria da Segurança Pública do Estado de Mato Grosso, somente nesses dois primeiros meses do ano, já foram registrados 16 homicídios contra mulheres, sendo 4 em Cuiabá, 1 em Várzea Grande e restantes em outros municípios. Dos casos registrados 13 foram caracterizados com crimes passionais, com ligação de gênero direta.  

 

Uma das coordenadoras do evento, Cleia Diva, alerta que o feminicídio é a expressão fatal das diversas violências que podem atingir as mulheres em sociedades marcadas pela desigualdade de poder entre os gêneros masculino e feminino e por construções históricas, culturais, econômicas, políticas e sociais discriminatórias.

 

“Devemos lutar por nossos direitos, e o Nosso slogan é, “Não queremos flores, queremos respeito”. Vivemos em uma sociedade que mesmo com o desenvolver de suas culturas e condições éticas, ainda é bastante machista, referente às mulheres e sua fragilidade”, pontua.  

 

Casos

 

Um dos casos que mais chocou a população foi a morte de jovem grávida de sete meses, Viviane da Silva Ângelo, 18. O Instituto Médico Legal (IML) apontou como causa do óbito traumatismo craniano em consequência por golpes sofridos na face e no crânio. 

 

No laudo pericial ficou claro que a jovem foi covardemente assassinada e o relatório explica as agressões que a jovem sofreu antes de ter a vida ceifada, "ficando claro traumas concentrados na face e no crânio da jovem provocados por objeto contundente" aponta o IML. O corpo de Viviane foi encontrado em avançado estado de decomposição próximo ao Rio Coxipó, em Cuiabá-MT.

Fonte: Circuito Mato Grosso
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