OUVIDORIA DO SINDICATO
CONTATO
SOBRE
HOME

Governo Temer perde votação e ataques aos serviços públicos são barrados

Governo Temer perde votação e ataques aos serviços públicos são barrados

O Governo Temer saiu derrotado da votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias, ocorrida na noite desta quarta-feira, 11 de julho. Parlamentares cederam à pressão dos servidores públicos e retiraram da LDO 2019 a redução de 10% das verbas de custeio e a proibição de reajuste salarial, contratação de novos servidores e reestruturação de carreira.

Saiba Mais
Comunicado sobre a telefonia

Comunicado sobre a telefonia

O SINASEFE/MT comunica a todos os servidores do Instituto Federal de Mato Grosso que as redes de telefonia e internet do sindicato estão passando por problemas de cunho técnico e não estão funcionando no momento.

Saiba Mais
PLDO 2019: SINASEFE na luta em defesa dos serviços e dos servidores públicos

PLDO 2019: SINASEFE na luta em defesa dos serviços e dos servidores públicos

O SINASEFE esteve presente, na manhã de hoje (10/07), numa reunião entre entidades sindicais e parlamentares do Partido dos Trabalhadores (PT), que teve por objetivo organizar a luta e a pressão sobre deputados e senadores em torno da votação do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) para o exercício de 2019.

Saiba Mais
Orçamento de 2019 exclui reajuste salarial para servidores públicos

Orçamento de 2019 exclui reajuste salarial para servidores públicos

Relator da Lei de Diretrizes Orçamentárias explicou que é preciso adotar medidas "não simpáticas" para diminuir as despesas para o próximo governo

 

 

Saiba Mais
Cármen Lúcia suspende obrigação de pagamento do piso para professores do estado do Pará

Cármen Lúcia suspende obrigação de pagamento do piso para professores do estado do Pará

 O pagamento de um valor mínimo para os professores é lei desde 2008. O piso nacional do magistério é atualmente R$ 2.455,35, para jornada de 40 horas semanais.

Saiba Mais

HOME / NOTÍCIAS

Segunda-Feira, 08 de Janeiro de 2018, 16h59   (Atualizada 08/01/2018 às 16:59)

Governo Temer não perde tempo e inicia 2018 com articulações pela Reforma da Previdência

CONCHAVO
Divulgação

A votação da reforma, que acaba com o direito à aposentadoria dos brasileiros, foi marcada pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia, para o dia 19 de fevereiro, logo após o Carnaval. Até lá, o governo já mostrou que fará de tudo pela busca dos votos necessários para aprovar a medida que é a principal exigência dos setores financeiros e empresariais do país.

 

O balcão de negócios está aberto e o governo está comprando votos tão descaradamente, que as declarações do ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun (MDB), que admitiu no final do ano que o governo está condicionando a liberação de recursos em bancos públicos em troca de votos a favor da reforma, só trouxe à tona a prática imoral que Temer tem usado para aprovar suas medidas.

 

“Financiamentos da Caixa Econômica Federal são ações de governo. Se não, o governador poderia tomar esse financiamento no Bradesco, poderia tomar não sei onde. Obviamente, se são na Caixa Econômica, no Banco do Brasil, no BNDES, são ações de governo. E, nesse sentido, entendemos que deve, sim, ser discutida com esses governantes alguma reciprocidade no sentido de que seja aprovada a reforma da Previdência, que é uma questão de vida ou morte para o Brasil”, afirmou o ministro em entrevista coletiva no Palácio do Planalto no dia 26 de dezembro.

 

O Fonacate (Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado), que reúne 29 das mais influentes entidades do funcionalismo, protocolou nesta quarta-feira (3) uma representação pedindo sanções contra Marun, na Comissão de Ética Pública da Presidência da República. O líder da tropa de choque de Temer e aliado do deputado preso Eduardo Cunha, também é alvo de denúncia na Procuradoria Geral da República.

 

Construir desde já um calendário de luta rumo à Greve Geral

 

As centrais sindicais já aprovaram conjuntamente que se o governo Temer colocar a reforma para votar, o Brasil vai parar. Para isso, a CSP-Conlutas defende que é preciso organizar a resistência desde já.

 

“O governo não descansa um minuto, pois quer aprovar a qualquer custo essa reforma. Não podemos baixar a guarda e, passadas as festas de fim de ano, cabe às direções das centrais e sindicatos começarem a organizar a resistência. Precisamos construir um calendário de mobilizações rumo à construção de uma forte Greve Geral que pare o país”, afirmou o integrante da Secretaria Executiva Nacional da CSP-Conlutas, Atnágoras Lopes.

 

“É preciso construir imediatamente um amplo processo de discussão nas bases, realizando assembleias, reuniões e plenárias nos estados, e repercutir em todos os meios de comunicação o que está em jogo neste momento, ou seja, o fim da aposentadoria”, disse.

 

Para explicar a nova investida do governo em relação à reforma da previdência, a CSP-Conlutas vai produzir vídeos e amplo material de propaganda impresso e nas redes sociais para esclarecer os efeitos nocivos desse projeto.

Fonte: CSP/CONLUTAS
Voltar

COMENTAR A NOTÍCIA

Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica - MT
Rua Marechal Floriano Peixoto, 97. CEP: 78.005-210. Cuiabá-MT
(65) 3358-3171 - (65) 99804-0518.   CNPJ:03.658.820/0010-54.  sinasefemt@sinasefemt.org.br
© Copyright 2018 - Todos os Direitos Reservados
WEB SITE DESENVOLVIDO E HOSPEDADO POR: MRX WEB SITE - WWW.MRXWEB.COM.BR