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Saiba como identificar e não se deixar enganar pelas mentiras e desinformação das “Fake News”

Saiba como identificar e não se deixar enganar pelas mentiras e desinformação das “Fake News”

Além da polarização política que marca as eleições deste ano no Brasil, estudiosos tem apontado que o uso das redes sociais e sua influência no processo eleitoral também é destaque. Mas, mais do que o uso dos aplicativos em si, o que chama a atenção é a disseminação indiscriminada de notícias falsas, as chamadas “Fake News”

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Orientações sobre a Instrução Normativa nº 02/2018

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Complementando as informações que disponibilizamos aqui em nosso site sobre os ataques contidos aos Servidores Públicos Federais (SPFs) dentro da Instrução Normativa nº 02/2018, trazemos um informe com orientações à categoria, redigido pela Assessoria e Pasta Jurídicas do SINASEFE NACIONAL.

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Conselho Fiscal do SINASEFE MT aprova contas do sindicato

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No último mês, o Conselho Fiscal do SINASEFE MT, após reunião com o contador Marianderson dos Reis, aprovou a prestação de contas do sindicato.

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Na última semana, a servidora Flávia Geane, coordenadora de formação política e sindical do SINASEFE/MT, fez plantão de base na sede do SINASEFE Nacional, em Brasília. Entre os dias 17 e 19 de setembro, Flávia e outros três servidores de institutos federais brasileiros foram os responsáveis pelas rotinas de trabalho realizadas no sindicato.

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Membros da comissão eleitoral pedem renúncia

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Os servidores Edson Nobre e Nelzi de Souza informaram a renúncia da função de integrante da Comissão Eleitoral, nesta segunda-feira (24). O único membro que continua no exercício do cargo é o servidor Rafael Viegas.

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Segunda-Feira, 08 de Janeiro de 2018, 16h59   (Atualizada 08/01/2018 às 16:59)

Governo Temer não perde tempo e inicia 2018 com articulações pela Reforma da Previdência

CONCHAVO
Divulgação

A votação da reforma, que acaba com o direito à aposentadoria dos brasileiros, foi marcada pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia, para o dia 19 de fevereiro, logo após o Carnaval. Até lá, o governo já mostrou que fará de tudo pela busca dos votos necessários para aprovar a medida que é a principal exigência dos setores financeiros e empresariais do país.

 

O balcão de negócios está aberto e o governo está comprando votos tão descaradamente, que as declarações do ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun (MDB), que admitiu no final do ano que o governo está condicionando a liberação de recursos em bancos públicos em troca de votos a favor da reforma, só trouxe à tona a prática imoral que Temer tem usado para aprovar suas medidas.

 

“Financiamentos da Caixa Econômica Federal são ações de governo. Se não, o governador poderia tomar esse financiamento no Bradesco, poderia tomar não sei onde. Obviamente, se são na Caixa Econômica, no Banco do Brasil, no BNDES, são ações de governo. E, nesse sentido, entendemos que deve, sim, ser discutida com esses governantes alguma reciprocidade no sentido de que seja aprovada a reforma da Previdência, que é uma questão de vida ou morte para o Brasil”, afirmou o ministro em entrevista coletiva no Palácio do Planalto no dia 26 de dezembro.

 

O Fonacate (Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado), que reúne 29 das mais influentes entidades do funcionalismo, protocolou nesta quarta-feira (3) uma representação pedindo sanções contra Marun, na Comissão de Ética Pública da Presidência da República. O líder da tropa de choque de Temer e aliado do deputado preso Eduardo Cunha, também é alvo de denúncia na Procuradoria Geral da República.

 

Construir desde já um calendário de luta rumo à Greve Geral

 

As centrais sindicais já aprovaram conjuntamente que se o governo Temer colocar a reforma para votar, o Brasil vai parar. Para isso, a CSP-Conlutas defende que é preciso organizar a resistência desde já.

 

“O governo não descansa um minuto, pois quer aprovar a qualquer custo essa reforma. Não podemos baixar a guarda e, passadas as festas de fim de ano, cabe às direções das centrais e sindicatos começarem a organizar a resistência. Precisamos construir um calendário de mobilizações rumo à construção de uma forte Greve Geral que pare o país”, afirmou o integrante da Secretaria Executiva Nacional da CSP-Conlutas, Atnágoras Lopes.

 

“É preciso construir imediatamente um amplo processo de discussão nas bases, realizando assembleias, reuniões e plenárias nos estados, e repercutir em todos os meios de comunicação o que está em jogo neste momento, ou seja, o fim da aposentadoria”, disse.

 

Para explicar a nova investida do governo em relação à reforma da previdência, a CSP-Conlutas vai produzir vídeos e amplo material de propaganda impresso e nas redes sociais para esclarecer os efeitos nocivos desse projeto.

Fonte: CSP/CONLUTAS
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